<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265</id><updated>2011-04-21T20:22:37.682-03:00</updated><title type='text'>EVERYTHING WILL BE ALRIGHT...  OR NOT.</title><subtitle type='html'>WHATEVER.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-7471716694136123923</id><published>2008-10-14T12:19:00.000-03:00</published><updated>2008-10-14T12:20:15.510-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ah...mudei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://extravioseroubos.blogspot.com/"&gt;http://extravioseroubos.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;**&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-7471716694136123923?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/7471716694136123923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/7471716694136123923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/10/ah.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-4081841270821009963</id><published>2008-09-30T12:29:00.001-03:00</published><updated>2008-09-30T12:30:46.017-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Quem me conhece, que me compre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mamãe me comprou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se eu passar na OAB, ela me paga um mochilão pela Europa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho que estudar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Au revoir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-4081841270821009963?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/4081841270821009963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/4081841270821009963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/09/quem-me-conhece-que-me-compre.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-8379534157553914957</id><published>2008-09-28T11:03:00.003-03:00</published><updated>2008-09-28T11:38:07.755-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Saudades. Apesar de já estar cansada deste layout. Pena que não entendo nada de HTML ou whatever pra montar um diferente.&lt;br /&gt;Não foi falta de vontade. E adoro quando percebo uma. Vontade. Sabe como é, percepçãozinha difícil esta.&lt;br /&gt;Potencial criativo em alta :). Tão em alta que nem meus sonhos me deixam em paz. Mas quem disse que eu quero paz?&lt;br /&gt;São Paulo. &lt;em&gt;No money&lt;/em&gt;. Se São Paulo já fede com dinheiro, imagina sem. A rua fede. A calçada fede. O Centro Cultural lindo de morrer, fede. O mendigo sentado na poltrona de couro azul com fone de ouvidos na biblioteca do Centro Cultural fede demais. O quarto fede. O ar fede. Dinheiro fede. Mas ele bem que podia comprar milhões de bombas de Bom Ar e explodir naquela cidade fedorenta. Podia comprar também um escape para o meu ócio. Uma entrada para o cinema. Uma boa comida. Um note de última geração com internet wireless. Tequilas. Uma casinha linda na vila. Felicidade. - Odeio dinheiro mais que tudo na vida.&lt;br /&gt;Não sei se já escrevi no blog antigo que não consigo achar um meio termo entre meus vários “eus”. Então, de tudo ou nada, sempre acabo extrapolando no meu “eu” de agora. Cara, cada vez mais. E mais. Enjôo. Náusea.&lt;br /&gt;Tenho vários, obviamente. Mas três deles são bem expressivos. Costumo chamá-los de “a monstra”, “a louca” e “a louca de pedra”. É um ciclo vicioso. Não sei por onde começa.&lt;br /&gt;A monstra é a politicamente correta. A que paga as contas em dia. A que cuida bem da mamãe. A que faz caridade. A que se anula. A que quer fazer tudo bem “certinho” para deixar mamãe orgulhosa e parar de ser julgada o tempo inteiro. Não importa. O veredicto é sempre o mesmo: condenada.&lt;br /&gt;Eis que me canso, of course, da monstrenga. É a mais chata de todas. A louca vai tomando forma. É dela que mais gosto. A mais equilibrada de todas. É aquela que não está ligando muito se vai ser condenada ou não, mas ainda assim, toma um certo cuidado para não magoar as pessoas que ama. Dura pouco, quase nada. Não sei ser só louca. Tenho que ser louca de pedra.&lt;br /&gt;É a que dura mais. Aquela que entorna a garrafa depois de ter engolido a caixa de calmantes. Aquela que nem lembra o que fez no dia seguinte. Aquela que quanto mais ama, mais magoa. Inclusive a si mesma. Aquela que já está tão absurdamente fodida que não liga para mais nada. Autodestruição total. Depois de ter tentado se matar de alguma forma pela centésima vez, volta a ser monstra. Sem saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Filha, ligaram dizendo que você não pagou a conta do celular.&lt;br /&gt;- É mesmo?&lt;br /&gt;- É. Você pagou?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Mas eu te dei dinheiro para pagar.&lt;br /&gt;- Eu sei.&lt;br /&gt;- O que você fez com o dinheiro?&lt;br /&gt;- Não sei, nem lembro. Provavelmente uma coisa bem inútil.&lt;br /&gt;- O quêêêê??? Enlouqueceu, menina? Por que você sempre faz isso? É doença, só pode ser.&lt;br /&gt;- O que você quer desta vez? Uma mentirinha pra amenizar ou a verdade dolorida?&lt;br /&gt;- A verdade.&lt;br /&gt;- Bom, primeiro porque quando passo muito tempo fazendo as coisas certas preciso fazer uma cagada. Caso contrário, morro de tédio. Preciso sentir uma adrenalina. Tipo esta, de roer todas as unhas, afinal sei que está chegando o dia em que você vai descobrir a minha merda. Aí me fodo. Cool. Gosto de ter um motivo para estar fodida. Segundo porque gosto de lembrar que o dinheiro não vale nada. Então gasto um dinheiro supostamente importante com qualquer merda supostamente sem importância. Terceiro porque me canso demais. É muito trabalho, sabe? Escravo. Pago as contas, pego os remédios, faço o mercado, sou motorista, empregada, pego até o guardanapo. Não ganho nada em troca.&lt;br /&gt;- #$$%$%%&amp;amp;¨&amp;amp;(*&amp;amp;**¨%¨%$#$@@@!##@!!&lt;br /&gt;- :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Warning: Acho que desta vez, a louca não durou quase nada. E mamãe foi só a primeira vítima. De antemão já digo que ela vem cada vez pior. Melhor acionar os bombeiros. Até a CIA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E para de encher meu saco. Concurso Público um dia, quem sabe. Agora, my ass. O.A.B my ass total, nem pensar. Prefiro morrer de coma alcoólico do que ser advogada. Não preciso provar nada para ninguém. Tenho um novo livro para escrever. Uma dose de morfina, por favor. Valium já era.  Individualismo Yuppie não combina em nada comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, vê se para de gritar de dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até breve, quando a merda do dinheiro permitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;I&lt;br /&gt;[...] eu concordo comigo sempre. Não sou mau caráter,&lt;br /&gt;não tenho nenhum caráter. Impõe-se uma questão&lt;br /&gt;moral? Quem é cristão quem é pagão? O pagão é mais lógico.&lt;br /&gt;O cristão não pensa. Sobrevivo porque erro, porque&lt;br /&gt;peco. Sou, sempre fui, avesso do aniversário, não mereço os&lt;br /&gt;presentes, as homenagens. Não fiz nada para merecer!&lt;br /&gt;A arapongagem, o grampo, a escrita clandestina, a polícia&lt;br /&gt;está certa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;Eu, pecador, me confesso de ser aquilo que sou!&lt;br /&gt;Simplificar o real, como as coisas realmente são, pode ser&lt;br /&gt;um artifício cômodo, não arte. O provincianismo desta situação&lt;br /&gt;é enfermidade. O provinciano, o moral, o correto pertence,&lt;br /&gt;mas não é. É incapaz, porém da ironia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;Cuidado com a incapacidade da ironia, com o provincianismo&lt;br /&gt;mental!&lt;br /&gt;Há mais do que um sentido no texto, então no discurso,&lt;br /&gt;contido em nenhuma palavra dela ou dele. Pois é impossível&lt;br /&gt;o texto do discurso dizer aquilo que diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV&lt;br /&gt;Não pode haver cura nem consciência da doença. Não&lt;br /&gt;saberemos a verdade sem o conhecimento do erro. É isto&lt;br /&gt;meu orgulho, minha saúde, sinto as coisas como são.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[“Por que se mete, porra?” – Delicadezas de Paulo César Peréio.]&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-8379534157553914957?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/8379534157553914957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/8379534157553914957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/09/saudades.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-2012065422398081648</id><published>2008-09-19T16:04:00.001-03:00</published><updated>2008-09-19T16:06:14.995-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tava terminando meu livro. Agora preciso registrá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe-megera-desgraça-não-aguento-mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O.A.B my ass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-2012065422398081648?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/2012065422398081648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/2012065422398081648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/09/tava-terminando-meu-livro.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-3743759685379566333</id><published>2008-09-10T10:34:00.001-03:00</published><updated>2008-09-10T10:38:25.559-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Correspondência.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doutor Marco Túlio,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não pode haver cura nem consciência da doença. Não saberemos a verdade sem o conhecimento do erro. É isto meu orgulho, minha saúde, sinto as coisas como são”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vejo mais razão de. Enquanto estiver dividindo um prato de morangos açucarados com o meu namorado, assistindo um pôr do sol na esquina de casa ou escrevendo um bom texto, eu sei lá, bem longe de tudo, estarei bem. Caso contrário...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que não dá pra curar sensibilidade em excesso. Talvez dê, mas não deixaria de ser uma castração. Me abandono. Vou continuar me encarando para chegar a lugar nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado, precisava falar. Acho que já não preciso mais. Obrigado por se preocupar, por ligar quando eu não aparecia. Fique tranqüilo, não vou acionar o gás, não tão cedo. &lt;em&gt;[N.A.: Grand Canyon com a Íris vai ser mais digno.]&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Ps:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; A respiração do diafragma tem ajudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucesso, paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;*** &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sms estúpido da semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorei pra responder, na hora achei que nunca mais ia responder... achei extremamente babaca a sua declaração “o-ROMANCE-vai-bem-relacionamento-aberto-é-uma-maravilha-RSRS”. Romance e relacionamento aberto não combina...o patético, o vazio não combina com a exuberância do romance. Relacionamento aberto combina com medo, insegurança, falta de amor. Eu não tenho nada a ver com isso, mas sei lá, foi triste, sempre achei que tinha muito mais capacidade em você. Desculpa, meu estômago é frágil demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Pós scriptum não enviado:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Sou uma mulher normal, por incrível que pareça...dias de santa, dias de puta. Ando nos dias de santa, mas sem dúvida, tive muito mais dias de puta. Ando envolvida com essa coisa de amor bem limpinho até o pescoço – eu quis, eu gosto. Quanto aos outros não cabe a mim...como se amor fosse isso ou aquilo. Desculpa, mais uma vez. Talvez por ter tido tantos dias de puta e por sentir tanta pena de mim, por isto, tenha tido uma reação tão agressiva com você. Nunca gostei de julgar ninguém, mas é que você sempre fez questão de mostrar uma coisa tão diferente e foi se revelando de repente, sei lá, tão do avesso do que parecia ser, que fiquei um pouco frustrada. Não quis te julgar meu amigo, e sei que fiz. Irremediável, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta extraviada. Eram muitos os destinatários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Dinheiro e merda são a mesma coisa. Reter dinheiro é anal e prisão de ventre. Faz as contas eu não confiro. O que vc achar justo transfere pro Banco do Brasil&lt;br /&gt;ag. 1302-1&lt;br /&gt;cc 6 084-4.&lt;br /&gt;Tenho certeza q vc vai se sentir melhor.&lt;br /&gt;Aí vc vai gritar comigo com as contas certinhas.&lt;br /&gt;São palavras do coração. E para o teu.. .. bem."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;“Por que se mete, porra? – Delicadezas de Paulo César Peréio”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Ps:&lt;/span&gt; Esta provavelmente é a conta do Peréio. Se quiser transferir para a minha, é só pedir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;;**&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-3743759685379566333?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/3743759685379566333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/3743759685379566333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/09/correspondncia.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-2835916600514899407</id><published>2008-09-09T12:03:00.002-03:00</published><updated>2008-09-09T12:12:09.941-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/SMaQpjJf3kI/AAAAAAAAAFM/NZpq2Nu-VC0/s1600-h/nomeproprio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244037859603635778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/SMaQpjJf3kI/AAAAAAAAAFM/NZpq2Nu-VC0/s320/nomeproprio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Nome Próprio.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não fosse a facilidade da protagonista de amar e desamar – seria completamente plausível. O Athos detestou e quase dormiu no cinema, eu adorei, muito.&lt;br /&gt;Sabe quando você lê a resenha de um filme e pensa: “puxa, preciso assistir”? Pois é, como eu ia dizendo, não fosse a facilidade de amar e desamar da protagonista, seria completamente plausível.&lt;br /&gt;Não fosse toda aquela baboseira de necessidade enrustida de “reconhecimento cibernético”, internet discada, seria completamente plausível. Sim, porque uma pessoa tão absurdamente viciada em internet jamais se contentaria com uma internet discada, e esse lance “Marimoon” versão blogueira é mesmo ridícula. Aliás qualquer coisa que lembre a Marimoon é ridícula.&lt;br /&gt;Tirando todos os meros detalhes, é ótimo. A essência do filme é ótima. A idéia do caos e do desespero de que precisa um escritor – para escrever. Uma vadia, ela era. Dava pra todo e qualquer pinto que aparecesse, mesmo para aqueles que ela não tinha a menor vontade, só pra ter um pinto dentro dela, pra se sentir bem podre depois. Creme de Alface - "... puta fudida, cadela escrota, ai que vou morrer toda podre por dentro, por fora". Desespero de solidão, eu sei lá. E tantos amores, um atrás do outro, achando que a vida não fazia mais sentido toda vez que um terminava. Imagino que seja difícil mesmo e realmente tudo deve fazer muito menos sentido para quem se apaixona tão facilmente, por tanta gente. Quando penso em amor – além dos momentos fantásticos é claro, como um abraço apertado depois do show do Teatro Mágico ou dividir um prato de morangos picados com açúcar – me vem um certo horror de pensar como tudo parecia ser infinito e não foi. “O pra sempre, sempre acaba.” Essa idéia realmente me enche muito de horror. Toda vez que quero dizer que sim, que sei, que vou estar junto sempre, penso em todas as vezes que disse algo assim com tanta certeza e não foi. Por eles, por mim, pela vida, pela morte. Então não digo nada, apesar de morrer de vontade de. Mas posso afirmar, não amo e desamo tão facilmente assim. Ao contrário, ao menos isso. Tive pouquíssimos amores na vida, traumáticos, desesperados, doloridos. O momento mais triste de todos era quando eu percebia o fim. O fim do MEU amor. Quando eu sabia que já estava pra acabar, dentro, irreversível. Triste, assim. Foram poucos em vinte e sete anos, dois, quem sabe três. Imagino se fossem muitos – já teria acionado o gás, com certeza. Porque também penso que sim, com certeza - não é TALVEZ – esse amor, esse apaixonar é a única coisa que realmente vale a pena. Posso ter tido um ou outro momento de solidão absurdamente mágico, como o dia em que senti vontade de sair andando sem rumo por aqui, sentido o cheiro do mato, o vento na cara. Ou como outro dia, na estrada, escutando “Miles Away” do Winger. Momentos completos. Sensações raríssimas de plenitude. Em compensação, me peguei tão infeliz caminhando pela Avenida Paulista, tomando meu Mocha Frapuccino do Starbucks – coisa que sempre achei bastante improvável, já que é um dos meus lugares preferidos no mundo, com o gosto que mais amo na boca. Mas percebi – cedo ou tarde – depois de já ter percebido muitas vezes, que não se trata do lugar, nem do gosto. Whatever. Toda vez que paro pra pensar nessa maluquice toda que chamamos de vida, em tudo que faz parte dela – vocação, falta de vocação, individualismo, existencialismo, todos os ismos, influência, poder, falta do eu, excesso do eu, religiosidade, ambição, humanidade, bondade, maldade, prazer, desprazer, ódio, raiva, dor, angústia, família, política, sociedade e todos os clichês possíveis e imaginários, penso que sim, que não é TALVEZ, que com certeza o amor é a única coisa que vale a pena. É absurdo não poder viver de amor. Não vou me conformar nunca. Agora, podem me mandar para a guilhotina.&lt;br /&gt;Enfim, a intenção do post não era uma divagação sobre amor e sim uma dica sobre um filme que assisti e gostei. Um filme sobre uma aspirante a escritora, que sempre olhava a página do Word em branco, escrevia três linhas, salvava como livro, parava. Blogueira, viciada em anfetaminas, fumante compulsiva, bêbada, vadia, fã de Bukowski, do cheque especial e toda e qualquer semelhança com alguma época bem patética da minha vida, eu juro, eu juro, é mera coincidência. Ri, enquanto assistia ela escrevendo no blog, sobre orgulho, sobre silêncio, sem entender, desesperada, como isso machuca, fumando sem parar, tomando anfetamina sem parar, empestando o teclado de cinzas de cigarro...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Ps: Fui pesquisar depois sobre e descobri que o filme é baseado na vida de uma blogueira real...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://adioslounge.blogspot.com/"&gt;http://adioslounge.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-2835916600514899407?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/2835916600514899407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/2835916600514899407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/09/nome-prprio.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/SMaQpjJf3kI/AAAAAAAAAFM/NZpq2Nu-VC0/s72-c/nomeproprio.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-2345830144921060853</id><published>2008-09-02T18:32:00.003-03:00</published><updated>2008-09-02T18:39:56.418-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p  style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Diário VI&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div face="georgia" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; font-family: verdana;" class="Estilo5"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify; font-family: verdana;" class="Estilo5"&gt;20 de maio.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="font-style: italic; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p  style="font-style: italic; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:georgia;" class="Estilo5"&gt;&lt;span style=""&gt;[...] “O meu dever” ... merda para ele, que não tenho dever nenhum. Ah, se ao menos eu pudesse saber se o que faço é certo, ou se ao menos faço, seja lá o que for, com convicção, mesmo não sendo correto. Certo...dever... só palavras, rótulos, ordens preestabelecidas, grudadas como cartazes em todas as paredes, para que todo mundo veja. Quem não as segue é criticado e apontado por todos. Nojo, nojo é o que eu tenho disso, e de todos, e de mim principalmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;Mas não posso perdoá-los, nem agir de outra maneira. Perdoar do quê? Porque não há nada de que perdoá-los realmente. Eles não fizeram nada. Não, fizeram isto: me criaram com tudo nas mãos, um inútil, são os culpados dessa confusão em que estou, dessa vontade só de dormir, dormir muito, para nunca mais acordar. E agir de outra maneira... meu Deus... seria tão fácil. Pensando bem, simplesmente não ajo. Não faço nada. Vez que outra, assisto uma aula ou duas, volto pra casa, escrevo essas idiotices aqui, caminho à toa, penso em coisas que não têm solução. Essa é a minha “maneira de agir”.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;Só tenho passado, o presente é esta viscosidade e o futuro não existe. Ah, eu queria ter um objetivo na vida, uma coisa que sugasse todas as minhas forças, conduzisse todos os meus gestos e as minhas palavras. Não tenho nada, só este vazio. Tão grande, que, frequentemente, duvido até dele próprio. Se tivesse um objetivo – uma vocação, como será uma vocação? – tudo seria diferente.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;[...] Tenho lido muito. Quando leio certas coisas, me vem certo alento, nem chega a ser uma esperança, um sopro leve que logo se desfaz. Penso: “Talvez eu pudesse... se outros puderam, afinal... talvez eu pudesse também...” Por alguns segundos, quase tenho certeza de que eu poderia também criar outras vidas, inventar histórias, enredar-me em outros problemas além dos meus. É só um instante. Para escrever, eu acho, é necessário um desligamento muito grande, um distanciamento enorme de si próprio e das coisas que rodeiam a gente. Não consigo fazer isso. Escrevo, às vezes, mas são coisas medíocres. Uma casca de palavras ocas, coloridas, porque dentro não há absolutamente nada. Afinal, se eu mesmo sou vazio, como poderia criar coisas cheias? Criar. Um dia, quem sabe, depois de muito amar e desamar, querer e não querer, depois de quedas e voltas, avanços e saltos, talvez depois disso tudo reste alguma coisa. E isso, essa sobra, talvez possa ser transformada em outra que darei o nome de criação, quem sabe. [...]&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[Caio F., "Limite Branco"], de longe o maior estorvo dele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-2345830144921060853?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/2345830144921060853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/2345830144921060853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/09/dirio-vi-20-de-maio.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-8807366833882526773</id><published>2008-08-15T17:18:00.000-03:00</published><updated>2008-08-15T17:22:00.604-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;And the Oscar for Bizarre Dreams goes to...&lt;strong&gt;ME!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora o dia que eu sonhei que eu e a Thais queríamos fazer um Ménage à Trois com meu namorado e ele saiu correndo dizendo que se sentia como um virgem [hahaha], ainda nessa semana: Cheguei no aeroporto, ia para os Estados Unidos. No meio do saguão, encontrei meu pai [que já morreu]. Aí me dei conta de que tinha esquecido a minha mala no carro do taxista. Entrei em pane, resolvi fazer umas compras nas lojinhas do aeroporto, mas só encontrava ENCHARPES. Cinco minutos antes de o meu vôo sair, lembrei que tinha o telefone do tal taxista, mas o celular só pegava na pista. Fui telefonar pra ele, fumando um cigarro. Aí teve um desastre de avião, a pressão me jogou para um daqueles veículos de transporte na pista e eu, por alguma razão estúpida joguei a bituca de cigarro no chão e tudo explodiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O de hoje conseguiu ser ainda mais bizarro, mas este Freud explica:&lt;br /&gt;Foi uma seqüência de chacinas [com metralhadoras], nas quais eu sempre era uma das vítimas, assim como a minha mãe e alguns conhecidos e outros desconhecidos. A situação se repetia várias vezes, tipo “Efeito Borboleta”, com algum detalhe diferente, mas eu sempre acabava morta no final. E era metralhada em lugares diferentes...na última vez foram vários tiros no pescoço. [Engraçado também por que outro dia sonhei que segurava cabeças decapitadas, hahaha, juro.] Eu sempre demorava uns 2 minutos pra morrer depois dos tiros, sentia tudo. Meu corpo parando, a falta de respiração, a dor dos tiros, TUDO. Mas também sentia uma espécie, eu sei lá, acho que de paz por estar morrendo e não tinha medo de morrer [eu sabia em todas as vezes que ia morrer], apesar de sentir medo da dor dos tiros e tudo mais. O mais intrigante é que eu sempre sabia que ia morrer, mas sempre tentava inutilmente reverter a situação com esperança de ficar viva, mudando um detalhe ou outro. Mudavam muitas coisas na sala da chacina, pessoas novas na história surgiam, mas no final, eu sempre morria. Em uma das vezes, morri antes que a minha mãe. Então fiz uma aparição [hahaha] morta pra ela, enquanto ela estava na privada [juro!]. Fui avisá-la de que logo mais ela ia morrer, mas que não era pra ela ter medo, que morrer não doía. Eu falava igualzinho o Cazuza...”Morrer não dói”. No fim do sonho, eu estava numa nova tentativa de sobrevivência e essa parecia ser realmente promissora, mas a porcaria do alarme tocou e agora eu não sei se consegui sobreviver ou se eu morri mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa Freud e Caio explicam, for sure,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa morte constante das coisas é o que mais dói.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sei que é inútil quando os vejo tentando recomeçar e recomeçar, sempre.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sonho acabou comigo, sério. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-8807366833882526773?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/8807366833882526773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/8807366833882526773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/08/and-oscar-for-bizarre-dreams-goes-to.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-4413780006319987035</id><published>2008-08-13T17:42:00.001-03:00</published><updated>2008-08-13T17:48:08.535-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;Uma das muitas madrugadas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe. Ela sempre foi assim. Nadando em dinheiro ou não, sempre: &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;MESQUINHA&lt;/span&gt;. Segundo ela, econômica. Segundo eu, mesquinha. Acho que não tem defeito que eu abomine mais num ser humano do que esse. A finalidade do dinheiro não é gastar? Pois então, não entendo o “poupar”. Depois de mais uma discussão sobre a merda do dinheiro, fiquei extremamente puta e fui dormir. Durmo muito quando fico mal, por qualquer razão. Uns cheiram, bebem, fumam maconha, matam, eu sei lá...eu durmo. Aí acordei tipo meia noite, esperei ela deitar e fui pra sala assistir uns filmes e estudar francês. Re-assisti “Dogma” que adoro e assisti um do Woody, que não é do Woody, mas é sobre o Woody...sobre uma turnê dele na Europa com a sua Jazz-band: “Wild Man Blues”. Obviamente me diverti aos montes, afinal uma das únicas coisas que me faz gargalhar além de Woody Allen é o peixe-azul-fêmea-desmemoriado de “Procurando Nemo” falando baleiês.  Enfim, dia-a-dia [fora da rotina habitual] do Woody Allen, extremamente hilariante e com as melhores quotes ever, sempre. “Tive que parar e passar um dia em Paris, pois é o único lugar do mundo fora Nova York que eu consigo sobreviver”.  Ou “Até que sou bastante animado para alguém da minha condição”. Ou “Se estiver em Nova York, vou sentir falta da Europa. Se estiver na Europa, vou sentir falta de Nova York. Enfim, sempre vou querer estar em outro lugar e não tem solução.” Entre outras. Pardon, não são exatamente assim, mas a essência é essa.&lt;br /&gt;Mas deu raiva. A amante-namorada-esposa-filha-adotiva-dele-sei-lá-eu é de dar raiva. Ela fala no documentário que NUNCA leu um livro sequer do Woody Allen, não assistiu “Annie Hall” [???] e achou “Interiores” um tédio e não conseguiu assistir até o final. Sério, acho que “Interiores” é um dos, senão o mais animal filme do Woody Allen. Acho que só perde pra “Rosa Púrpura do Cairo” e “Manhattan”. Uma pessoa que foi criada por ele, que hoje em dia dorme com ele e é completamente desinteressada na obra dele. Não consigo conceber uma coisa dessas. Ela deve fornicar extremamente bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anyway, celebrando a existência de Woody Allen, e rindo-pra-não-chorar da estupidez humana, vou transcrevê-lo ...[de “Cuca Fundida”]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como Realfabetizar um Adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de folhetos sobre cursos de educação de adultos que insiste em entulhar minha correspondência já me convenceu de que devo estar em alguma lista especial de analfabetos. Não que eu esteja me queixando. Há coisas nesses folhetos que me deixam tão fascinado quanto um catálogo de acessórios para a lua-de-mel em Hong Kong, enviado a mim certa vez por engano. Sempre que leio um deles, tenho vontade de largar tudo e voltar correndo para a escola. (Fui expulso da faculdade há muitos anos atrás, vítima de certas acusações infundadas, não muito diferentes das que mandaram um conhecido personagem para a cadeira elétrica.) Até agora, no entanto, continuo uma pessoa precariamente educada, mas ligeiramente chegada a ficar imaginando folhetos típicos desses tais cursos. Como este:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Teoria Econômica:&lt;/strong&gt; Aplicação sistemática e avaliação crítica dos conceitos analíticos básicos da teoria econômica, com ênfase na aplicação do dinheiro e por que ter dinheiro é uma boa. Coeficiente fixo das funções de produção, curvas de custo e rendimento e não-convexidade dos lucros, tudo isso no primeiro semestre. No segundo semestre, concentrar-nos-emos no controle dos gastos, na arte de fazer trocos e como manter a carteira recheada. O Serviço da Receita Federal será estudado, e os alunos mais avançados serão instruídos quanto à maneira correta de preencher um formulário de depósito bancário. Os outros tópicos incluem: Inflação e Depressão – que tipo de roupa usar em cada uma – Empréstimos, Lucros e como Fugir sem Pagar a Aposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;História da Civilização Européia:&lt;/strong&gt; Desde a descoberta de um eoípo [1] fossilizado no banheiro masculino de um restaurante à beira da estrada em New Jersey, passou-se a suspeitar que, em certa época, Europa e América do Norte foram ligadas por uma faixa de terra que mais tarde afundou ou tornou-se New Jersey, ou ambas as coisas. Isto abre novas perspectivas sobre a formação da sociedade européia e permite aos historiadores conjeturar por que ela se desenvolveu numa região que teria ficado muito melhor no lugar da Ásia. No mesmo curso é também estudada a razão pela qual se decidiu promover a Renascença na Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Introdução à Psicologia:&lt;/strong&gt; Também conhecida como a teoria do comportamento humano. Por que algumas pessoas são classificadas de “pessoas maravilhosas”, enquanto outras você tem simplesmente vontade de esganar? Haverá uma separação entre a mente e o corpo e, neste caso, qual será preferível ter? Temas como agressão e rebelião serão discutidos. (Os alunos particularmente interessados nesses ramos da psicologia poderão especializar-se posteriormente num dos seguintes tópicos: Introdução à Hostilidade; Hostilidade Intermediária; Ira Avançada; Fundamentos Teóricos do Ódio.) Será dada especial consideração ao estudo do consciente como opção ao inconsciente, como várias sugestões úteis a respeito de como ficar consciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Psicopatologia:&lt;/strong&gt; Dirigido à compreensão de obsessões e fobias, inclusive o medo de ser subitamente capturado e recheado com patê de caranguejo; relutância em rebater saques de vôlei; incapacidade de dizer a palavra “jaquetão” na presença de senhoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Filosofia I:&lt;/strong&gt; De Platão a Camus, todo o mundo será estudado, com ênfase nos seguintes tópicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Ética: O imperativo categórico, e como fazer com que ele funcione a seu favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Estética: Será a arte o espelho da vida? Se não, que diabo é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Metafísica: O que acontece à alma depois da morte? Como é que ela se arranja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Epistemologia: Será o conhecimento conhecível? Se não for, como poderíamos conhecê-lo?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[hahaha]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;            Absurdo: Por que a existência é frequentemente considerada tão tola, particularmente para homens que usam sapatos de duas cores, bico fino? Multiplicidade e unicidade serão estudadas em suas relações com a outricidade. (Os alunos que se graduarem em unicidade serão promovidos à duplicidade.)&lt;br /&gt;[hahaha²]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Filosofia XXIX-B:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[hahaha³]&lt;/span&gt;&lt;em&gt; Introdução a Deus. Confronto com o Criador do universo através de pesquisas de campo e conversas com o próprio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Nova Matemática:&lt;/strong&gt; A matemática tradicional foi recentemente tornada obsoleta pela sensacional descoberta de que há séculos estamos escrevendo o número cinco ao contrário. Isso conduziu a uma reavaliação de contagem como meio de chegar de 1 até 10. Estudo os conceitos avançados da álgebra buliana e fácil resolução de equações anteriormente insolúveis, sob a ameaça de tapas e pescoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Astronomia fundamental:&lt;/strong&gt; Estudo detalhado do universo e dos cuidados na sua limpeza. O sol, que é feito de gases, pode explodir a qualquer momento, destruindo todo o nosso sistema planetário; o que fazer neste caso.&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[hahaha²²]&lt;/span&gt;&lt;em&gt; Mais ainda: como identificar as diversas constelações, tais como a Ursa Maior, o Cisne, Sagitário, assim como identificar as 12 estrelas que formam Lúmides, O Vendedor de Ceroulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Biologia Moderna:&lt;/strong&gt; Quais são as funções do corpo e onde elas podem ser geralmente encontradas. Análise do sangue e explicação completa dos motivos pelos quais a melhor coisa a fazer é deixá-lo correr pelas veias. &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[hahaha³³]&lt;/span&gt; Dissecação de uma rã pelos estudantes e comparação entre o seu aparelho digestivo e o do homem, com a rã saindo-se por sinal muito bem, exceto quando temperada com curry.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Leitura Dinâmica:&lt;/strong&gt; Este curso aumentará a velocidade de sua leitura paulatinamente até o fim do período, quando então o aluno será obrigado a ler “Os Irmãos Karamazov” em 15 minutos.&lt;/em&gt; &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[HUAUHAUHAHAU]&lt;/span&gt;&lt;em&gt; O método consiste em correr os olhos pela página diagonalmente e ignorar tudo, exceto os pronomes. Em pouco tempo também os pronomes serão eliminados. Gradualmente o aluno é encorajado a cochilar. Disseca-se uma rã, chega a primavera, as pessoas morrem e casam, e Pinkerton não volta para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Musicologia III:&lt;/strong&gt; O aluno é ensinado a tocar “Atirei o Pau no Gato” numa flautinha de criança, progride rapidamente até o “Concerto de Brandenburgo” e depois retorna lentamente a “Atirei um Pau no Gato”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Apreciação Musical:&lt;/strong&gt; A fim de “ouvir” corretamente uma grande peça musical, deve-se: 1) conhecer a cidade natal do compositor; 2) distinguir um rondó de um scherzo e saber encenar ambos. A postura também é importante. Não vale rir durante a execução, a menos que o compositor tenha tentado ser engraçado, como em Till Eulenspiegel, que chega às raias da piada musical (embora ao trombone sejam reservadas as melhores passagens). O ouvido também deve ser educado, pelo fato de ser um dos órgãos mais facilmente enganáveis, podendo até ser confundido com o nariz, dependendo da posição dos alto-falantes numa sala. Outros tópicos: a pausa de quatro compassos e seu potencial como arma política; o canto gregoriano e as espécies de macacos que conseguiram seguir o ritmo&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.[HAUAHAUHAU]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Como escrever uma Peça:&lt;/strong&gt; Todo drama é conflito. O desenvolvimento do personagem também é muito importante, bem como o que ele diz. Os alunos aprendem que falas longas e chatas não funcionam muito bem, ao passo que falas curtas e “engraçadas” servem melhor ao propósito do autor. Explora-se também a psicologia simplificada da platéia: Por que uma peça sobre um velho e delicioso personagem chamado Vôzinho nem sempre resulta tão interessante em teatro quanto se concentrar na nuca de alguém e tentar fazê-lo se virar apenas pela força do pensamento? Outros interessantes aspectos da história do teatro são examinados. Por exemplo, antes da invenção do grifo, as marcações do diretor costumavam ser confundidas com diálogos, sendo comum ouvir grandes atores dizendo em pleno palco: “John se levanta e atravessa a cena”. Isto, naturalmente, criava certos embaraços e, no mínimo, péssimas críticas em jornais. O fenômeno é analisado em detalhes e os alunos aprendem como evitar este erro. Leitura exigida: Shakespeare: Seria Ele Quatro Mulheres?, de A.F. Shulte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Introdução à Assistência Social:&lt;/strong&gt; Um curso projetado para instruir o assistente social interessado em trabalhar nos subúrbios e favelas. Alguns tópicos sugeridos: como transformar quadrilhas de pivetes em times de basquetebol, e vice-versa; playgrounds como meio de prevenção de crime e como fazer de um delinqüente em potencial um aqualouco; discriminação racial; lares destruídos; o que fazer em caso de ser atingido por uma corrente de bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;strong&gt;Yeats &amp;amp; Higiene – Estudo Comparativo:&lt;/strong&gt; A poesia de William Butler Yeats analisada em função dos cuidados com os dentes. (Curso aberto a um número limitado de alunos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[1]&lt;/span&gt; – Espécie de cavalo pré-histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;P.S.:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Mas falando sério, o Senac me deixa de cabelo em pé. E outro dia também estava assistindo a uma aula de Teologia de um professor da PUC, no canal Universitário que me fez ter muita vontade mesmo de fazer o curso. Juro. Incrível, como eles foram mudando o texto original da Bíblia ao longo do tempo, por exemplo: numa parábola, a galera no meio da guerra, tendo que comer esterco pois não tinha comida e estavam cheios de prata. Aí vão trocar esterco por prata. Substituíram esterco por ervilhas. Sabe, pra amenizar? Hehehe. Aí eu e meu namorado ficamos pensando...nas traduções desgraçadas. Se hoje em dia, as traduções do inglês/português já são absurdas, imagina como a Bíblia original devia ser completamente diferente. Sei lá, deve ter passado do Aramaico pro Hebraico, do Hebraico pro Grego, do Grego pro Latim, do Latim pro Português, com mais alguns idiomas no meio. “E Jesus multiplicou o pão.” Na verdade, ele deve ter cortado um pão em vários pedacinhos e por aí vai. “Transformou a água em vinho”. Na verdade, ele pisou em várias uvas, acrescentou água e saiu uma bela safra. Que nem algumas traduções do Wilde, de Dorian, que mudam Basil pra Basílio. Feio demais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-4413780006319987035?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/4413780006319987035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/4413780006319987035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/08/uma-das-muitas-madrugadas.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5628530506271788265.post-9024075940133014687</id><published>2008-08-08T18:04:00.001-03:00</published><updated>2008-08-08T18:29:34.993-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;It’s funny.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; A minha necessidade de customização da minha aparência e das coisas que me rodeiam. Toda vez que ocorre alguma mudança brusca na minha vida – aquilo que chamamos de uma nova fase, pois sabemos que algo morreu e algo nasceu – eu tenho que dar vida à isso. Nos ambientes, nas minhas coisas, na minha aparência. Tive que mudar meu quarto, de novo. Cortei cabelo, mudei o jeito de me vestir e tenho que ter um blog novo. Não, não basta mudar o layout do outro, preciso de um nome novo também. Esse lance de Die Today and Live Forever não tem mais nada a ver. Essa coisa excessiva e desesperada. Essa ansiedade. Estou num estado do tipo “não-tem-jeito-então-tanto-faz. Vou junto com a vida...deixa a vida me levar. Não sei mais se adianta nadar contra a corrente. Talvez eu esteja mesmo cansada de nadar e nadar e nadar e nadar e não sair do lugar. É tudo, sabe. No fim, dá tudo na mesma. Sério, não faz a menor diferença. Lembro-me da minha pré-crise dos 30, quando tinha consciência da minha idade mas me sentia uma menina, ainda. Isso mudou, essa sensação mudou. Porra, entrei na fase balzaquiana de vez, aceitei e porcaria da minha idade e me sinto com quase trinta anos. E daí? Era melhor antes, é melhor agora? Não, é sempre tudo igual. Amanhã vou achar o dia de hoje fantástico, mas enquanto o hoje for hoje, vai continuar sendo uma bela bosta. Na roça, em São Paulo, em Paris, whatever. Paris, aquele lugar fantástico não tem estrelas. Um céu que não tem estrelas! “Paris in the dark” – cara, como essa frase do Bukowski faz sentido! Aliás esse poema dele faz tanto sentido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;and to think after I’m gone&lt;br /&gt;there will be more days for others, other days,&lt;br /&gt;other nights.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dogs walking, trees shaking in&lt;br /&gt;the wind.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I won’t be leaving much.&lt;br /&gt;something to read, maybe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a wild onion in the gutted&lt;br /&gt;road.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paris in the dark.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;[A New War].&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Escrevi esse poema em letras garrafais na parede do meu quarto. Os últimos dias têm sido difíceis. Não me lembro direito do conto do Caio, nem o nome. Mas era o conto que dizia sobre o “quase”. O quase alcançar. Isso é de foder qualquer um. Quando uma super possibilidade ou várias delas surgem do nada, fazendo nascer em você uma esperança ridícula que você já perdeu há tempos, e de um instante a outro, tudo desmorona. Eu não entendo a razão desse tipo de coisa acontecer. Você está lá, bem, de certa forma confortável na sua vidinha medíocre e conformada, aí do nada, surgem essas coisas. Essas possibilidades fantásticas. Aí você se empolga, ama tudo! Vira um sentimentalóide idiota e esperançoso cheio de expectativas achando que a vida é mesmo muito bela. Dá tudo, TUDO errado. Então, você quer morrer e morre. Mais uma vez. Não sou mulher de fugir e mascarar sofrimento, entro fundo. Já aprendi que não adianta mascarar. Com o tempo, só piora. Aí então, você se cansa do sofrimento e segue em frente, de volta à sua vidinha medíocre e “conformada”. Mas no fundo, você continua se perguntando incessantemente: - P-O-R-Q-U-Ê? &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Yeah baby, no answer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Gostava dos tempos em que o amor era a maior tragédia da minha vida. Mentira. Se ainda fosse trágico, junto com o resto, aí sim, nem sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho um amigo – que não vejo mais, infelizmente - o Danny, que dizia: - “Nunca entendi a sua vida. Nunca entendi a razão de coisas tão &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;DESNECESSÁRIAS&lt;/span&gt; acontecerem nela.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes dá uma vontade de desistir, não dá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;P.S.:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; Mudando completamente de assunto – nem tanto, afinal é deprimente – o espetáculo de Pequim custou 40 BILHÕES de dólares. Foi lindo, palmas! Detesto o Confúcio e a China – sob todos os aspectos...não vou entrar em detalhes - mas tenho que bater palmas pra toda aquela arte. Só fico imaginando quantas bocas 40 bilhões de dólares alimentariam. Quantas doenças poderiam ser curadas. Quanto investimento poderia ser feito – na vida das pessoas. Na melhora. No alívio do sofrimento, físico e moral das pessoas. Quanta hipocrisia. Quanta demagogia. Um país tão absurdamente NACIONALISTA, EGOÍSTA, PATERNALISTA, MACHISTA, EGOCÊNTRICO, SEDENTO DE PODER e todo aquele papo furado de globalização “somos-todos-irmãos-eu-e-você-e-o-mundo”. E 40 BILHÕES de dólares gastos numa apresentação de três horas. E o Lula-lá, claro. Ele não ia perder essa boquinha. E a galera morrendo de sede e fome. Me dá nojo.&lt;br /&gt;Eu já disse que DETESTO dinheiro?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5628530506271788265-9024075940133014687?l=everythingllbealright.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/9024075940133014687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5628530506271788265/posts/default/9024075940133014687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://everythingllbealright.blogspot.com/2008/08/its-funny.html' title=''/><author><name>Tinha.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07612035600456282709</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_0_dLl_awqL8/StZQG8NUWsI/AAAAAAAAAIM/2jMv8RmVc8Y/S220/3.1.jpg'/></author></entry></feed>
